segunda-feira, 27 de maio de 2013

O ORGULHO E ARROGANÇIA DOS REIS.

  II CRONICAS Cap.25
As historias dos reis do povo hebreu são sempre parecidas umas com as outras, eles começavam a reinar e servir a Deus com todos os cuidados, sempre obedeciam as Leis do Senhor, mas no final a história é quase sempre a mesma; pecaram contra o Senhor.
Amazias pai de Uzias estava com vinte e cinco anos quando começou reinar em Jerusalém.
No inicio de seu reinado o Senhor sempre o abençoava, mas no final da história sempre veio ás maldições, e o pior; acompanhada de morte.
Pecavam por se sentirem poderosos, arrogantes, homens que se consideravam um deus, o poder lhes davam coragem para desafiar ao Senhor, o mesmo que o colocou no poder.
Pecavam porque queriam, tinham o orgulho de mostrar os seus poderes para o povo, mesmo sabendo que estavam desacatando ao Senhor.
Ameaçavam os profetas do Senhor quando eles vinham lhes advertir, não se importavam com as mensagens dos profetas de Deus mesmo sabendo que iriam perder o trono ou mesmo a vida, porque o orgulho lhes cegavam.
Eles sempre eram orientados pelos profetas do Senhor, mas quando se sentiam poderosos pecavam, cometiam crimes não permitidos pelo Senhor, adoravam a ídolos, alguma coisa de errado eles tinham que fazer para a história ter o mesmo final. Amazias estava indo bem como rei de Jerusalém porque obedecia ao Senhor, era um jovem de apenas 25 anos, e o seu exercito era poderoso.
 II Cronicas 25 : 13 Nesse meio tempo, o exercito de Israel que Amazias havia mandado para casa atacaram varias cidades de Judá, e nos arredores de Bete-Horom, no sentido de Samaria.
Eles mataram três mil pessoas, e carregaram grande quantidade de tudo quanto puderam roubar.
Quando o rei Amazias voltou desta matança dos edomitas, troxe consigo imagens tomadas do povo de Seir, e as colocou como deuses; curvou - se diante delas, e queimou incenso a elas! Isto deixou o Senhor muito zangado com Amazias e Ele mandou um profeta lhe interrogar: “O que levou você a adorar a deuses que nem mesmo puderam salvar o seu próprio povo do ataque que você lhes fez?” As vitorias nas guerras o deixou arrogante, afinal ele era o rei e não admitiu ser advertido pelo profeta de Deus e disse: “Desde quando eu pedi o seu conselho?” Interrompeu o rei. “Pare com isso, antes que eu mande matar você.” O profeta saiu, mas antes de partir deixou este aviso: “Sei que Deus determinou destruir você, porque tem adorado essas imagens, e não aceitou o meu conselho”.
Amazias conhecia as Leis do Senhor, no versus 7 ele obedece a mensagem do profeta de Deus, quando o alerta para que não contrate soldados de Israel, porque Deus não estava com eles.
Mesmo conhecendo as Leis do Senhor ele adorou aos deuses do povo que ele mesmo havia derrotado no combate, um ato de idiotice.
O Senhor o protegeu em todas as suas batalhas, mas ele abandonou o Deus que lhe deu a vitória e adorou aos deuses dos derrotados.
Amazias fugiu para Laquis,mas o povo o perseguiu e o mataram e o seu corpo trouxeram para Jerusalem, ele já estava com a sua morte encomendada pelo Senhor.
Isso é comum nos dias de hoje muitos são abençoados pelo Senhor o Deus vivo, após receberem as suas bênçãos dobram os seus joelhos diante de ídolos de barro o metal, outros adoram a seres humanos como bispos e apóstolos, pastores, papas.
Algumas igrejas evangélicas vendem também os seus ídolos disfarçados, como patuás com sal grosso, águas, toalhinha com suor de apóstolo fazendeiro, vuvuzelas para tocar e derrubar as muralhas que estão impedindo a sua prosperidade, tudo isso é idolatria.
É fácil clamar pelo socorro do Senhor na hora das tribulações, mas como é difícil dar ouvidos quando Ele nos adverte.
Insistir no erro quando conhecemos o certo é se passar como tolo, O povo Hebreu conhecia bem as Leis do Senhor, assim como nós as conhecemos e insistimos no pecado.
As palavras dos profetas daquela época eram vindas de Deus, não como as palavras dos que dizem serem profetas hoje.
Quando um homem de Deus viesse entregar uma mensagem do Senhor, a coisa era seria desrespeitar, ou fazer pouco caso de suas palavras trazia maldições, ou até mesmo a morte.
Amazias não teve um final feliz, da mesma forma era o comportamento do povo, viviam vinte, trinta anos em paz, derrepente pecavam contra o Senhor.
Quantas vezes o Senhor esta nos ajudando e por um pequeno vacilo caímos no pecado e nos esquecemos de confessar e pedir perdão, então os pecados se acumulam e já não nos lembramos mais quantos são.
Hoje o Senhor já não nos castiga mais com maldições como no passado, mas nos mesmos nos castigamos; perdendo o controle da vida, então vem á revolta e passamos a pecar mais,
O Espírito Santo se afasta porque Ele não habita em templo sujo, ficamos desamparados a ponto de cometer suicídio.
Quando o Espírito Santo deixa de habitar e nós ficamos como uma casa vazia, então os demônios a invade e passa a ter controle em nossa mente, fazendo com que a cada dia mais nos afundemos no lamaçal, perdemos a vontade de orar, de ler a palavra, fugimos dos irmãos que querem nos resgatar novamente para Cristo, passamos a ver a igreja como um péssimo lugar, se possível até cortamos caminho para não encontrar um irmão em Cristo, nos tornamos frio, satanás sempre estará dizendo em seus ouvidos: depois de tudo que eu fiz para Cristo mesmo assim Ele nos abandonou.
Satanás sempre nos coloca como o dono da razão, a função dele sempre foi desmoralizar a igreja de Cristo; apresentar Ele como um Cristo morto.
Muitos que vieram da idolatria para servir a Jesus voltaram novamente para o Egito, ou para o pecado porque foram convidados para aceitar um Cristo que traz riquezas, e não o Cristo que salva e liberta o pecador, estes passam um tempo na casa do Senhor a espera de adquirir algo material, mas nada conseguem porque não conhecem a palavra então só lhes resta voltarem para a idolatria, e a idolatria mata a alma.
 Uzias filho de Amazias também foi rei em Judá, enquanto Uzias seguia os caminhos do Senhor ele teve sucesso em seu reinado, venceu varias guerras e ganhou fama, mas o orgulho o destruiu. II Cronicas26 :16 Foi assim que ficou orgulhoso, e também se corrompeu.
Pecou contra o Senhor seu Deus, entrando no santuário proibido do templo, e queimando ele mesmo incenso sobre o altar.
Uzias estava profanado a Lei do Senhor, e ainda ficou furioso quando o sumo sacerdote Azarias o advertiu.
Quem podia queimar incenso, ou oferecer os sacrifícios ao Senhor eram somente os sacerdotes, ou os filhos de Arão, essa era a lei e deveria ser cumprida por todos.
Mas o castigo do Senhor caiu sobre Uzias, á lepra tomou conta do seu corpo, e viveu sozinho separado de sua gente até o dia de sua morte. Uzias não teve um final feliz por causa de seu orgulho.
O rei Acaz também não teve um final feliz.
 Nem o rei Jeorão foi feliz até o fim, e outros mais.
Quando não era o povo que pecava, era o rei. Os descendentes de Abraão sofreram tanto no deserto e nas terras que herdaram de Deus, que muitas destas histórias causam arrepios.
A história deste povo é pior que quando Adolf Hitler torturava os Judeus.
Um povo que foi torturado por uma Lei severa, eles conheciam a Lei, mas não conseguiam cumpri-la porque eram escravos do pecado, mas mesmo assim não aceitaram no Messias como Salvador.
A própria Lei que os matavam, que os condenavam, eles aplicaram no Messias, porque a Lei os cegara e não puderam ver que o Messias era o cumprimento de toda a Lei.
Um advogado que não se interessa em aprender os códigos penais, é um péssimo advogado, não conhece as Leis de seu país para defender o seu cliente, assim é o crente que não se interessa em conhecer a bíblia, têm em mãos os livros das Leis do Senhor, mas não as conhecem.
Diante de milhões de almas que vagaram no deserto, poucos puderam ser felizes no período da Lei que é dita como de Moisés, mas veridicamente de Jeová.

Editado por José Simião
27/05/2013