sexta-feira, 16 de setembro de 2011

A MAQUINA DO TEMPO DOS CRISTÃOS.



Existem igrejas que são verdadeiras maquinas do tempo, você começa a freqüentar e volta viver na época em que viveu Moises, passa a ser um escravo da Lei Judaica. Gálatas 3: 25-26 Mas agora que Cristo já veio, não precisamos mais daquelas leis para nos guardar e conduzir-nos a Ele. Porque agora todos nós somos filhos de Deus por meio da fé em Jesus Cristo.
João 16:33
Porque Jesus nos disse que no mundo teríamos aflições e não paz e conforto, afinal se Ele é a própria paz porque sofremos tanto, somos seguidores de um Deus poderoso dono de tudo. A bíblia nos relata no velho testamento a todo o momento quem o serve terá uma vida próspera com fartura terá do bom e do melhor.
Mas não é isso que vemos; o que vemos são multidões que só pedem e nada recebem o que esta errado com a vida dos que sonham em receber algo de Deus? Ou daqueles que prometem mudança de vida do dia para noite para seus ouvintes, eles ensinam que Deus é uma fonte inesgotável de bens materiais, quanto mais você investe, mais patrimônio adquire. Tiago 4:3 E mesmo quando pedem, não recebem porque o objetivo de vocês está errado só querem o que dará prazer a vocês. Será este o ensinamento que Jesus passou aos seus discípulos? Muitos seguiam a Jesus não por Ele ser o Filho de Deus e ensinar a palavra, e sim em busca de milagres.
Existe uma diferença entre servir a Deus, e viver em busca de coisas que só satisfaz os nossos desejos materiais.
Quem serve a Deus, gasta o Máximo de seu tempo com Ele, não da apenas a sobra do  tempo que restou.
Passamos de 8 a 12 horas no trabalho, gastamos mais 2 horas assistindo programas noticias novelas esportes e talvez mais 1 hora de diálogo com a família. Saímos de casa as 7 e retornamos “as” 19 horas após assistirmos aquilo que gostamos vamos dormir entre 22 as23 este é o tempo que restou para dedicar a Deus (uma hora) boa parte dos cristãos somente faz uma oração rápida de uns 5 minutos porque está cansado. Ou lemos um ou dois versículo e dizemos amém, e está bom. Só que passamos algumas horas vendo programas, conversando com amigos. Mas Deus vai me entender Ele sabe que eu tenho a minha vida. Mas quando eu preciso Dele eu abandono amigos programas de TV, dou uma boa oferta para reconquistá-lo. É puro engano o Senhor nosso Deus não se compra com dinheiro. Você pode ofertar um real, e ser curado de um câncer assim como outro pode doar cem mil e não receber a cura. O Senhor nosso Deus não da mais para quem paga mais. Quem freqüenta a Casa de Deus com interesses em coisas materiais está perdendo o seu tempo e jogando dinheiro fora.
O tempo que gastamos com Deus é muito pouco para que possamos cobrar algo Dele, Pedimos mais que agradecemos, sempre estamos com um novo pedido.
Somos pidões e não lembramos de agradecer.
Certos apóstolos nos ensinam mais pedir do que servir, eles dependem de nos ensinar promessas, sem as promessas os seus negócios não funcionam, Então aprendemos que Deus tem a obrigação de satisfazer os nossos desejos, estes apóstolos enganam os seus seguidores com promessas que pertencera as Leis Judaicas. Este não é o ensinamento de Jesus Cristo. Os que dizem ser seus representantes não pregam a salvação. E sim vendem promessas para os seguidores que ainda não conhecem a palavra de Deus.
Se eles pregassem primeiro a salvação sem falsas promessas haveria muitos templos vazios porque poucos querem ouvir a palavra, mas a grande multidão quer milagres. João 6:26 Jesus respondeu: “O fato é que vocês  querem estar comigo porque Eu lhes dei de comer, e não porque crêem em Mim.
 Eu não posso me basear nas promessas do velho testamento porque não cumpro as Leis de Moises. Eu não faço sacrifício de animais, minha esposa não me chama de senhor, e se meu filho me desobedecer eu não o apedrejo porque não sou cumpridor da Lei. Salmo 112: Aleluia! Gloria Ao Senhor! Quem ama e OBEDECE ao Senhor e cumpre com alegria os seus MANDAMENTOS tem uma vida cheia de benção e alegria! Sua família será  rica e famosa em toda a terra; os filhos e netos deste homem HONESTO serão abençoados por Deus. Ele será rico e sempre lembrado pelas coisas boas que fez.
Jesus nos tirou da escravidão da lei e mesmo assim não obedecemos aos seus mandamentos, que comparado diante da lei é simples. Reconhece-lo como o nosso Salvador e aceita-lo como o Senhor da nossa vida. Pregar o Seu evangelho.
Aceitar a Jesus como Salvador é fácil, mas tê-lo como Senhor da nossa vida já é meio complicado, obedecer não é tão simples porque quando somos subordinados a alguém, sempre que tivermos de tomar uma decisão temos que antes perguntar ao nosso superior no caso Jesus.
 Jesus não instruiu os seus discípulos a pedir dinheiro, Ele somente ensinava a divulgar o Seu evangelho e curar os enfermos.
Muitos destes líderes evangélicos ensinam para o seu povo a prática da fé, mas eles mesmos não a praticam, não confiam em Deus depositam mais confiança no dinheiro do que em Deus que segundo eles supre as nossas necessidades, a prática da fé só serve para os membros.
A missão de Jesus não era obter lucros e sim pregar o evangelho da Salvação, Os seus milagres eram e é gratuito.
O único que lucra com o nome de Jesus é o homem, que recolhe milhões de reais. Um leproso paga a oferta que era estipulada pela Lei de Moises para aqueles que eram curados da lepra.
Mateus 8: 4 Então Jesus lhe diz: “não conte a ninguém; vá diretamente ao sacerdote para ser examinado, e leve com você a oferta Exigida pela LEI DE MOISÉS aos leprosos que são curados - testemunho público da sua cura”.
Este homem que Jesus curou era um seguidor da lei de Moisés, nós que fomos comprados pelo sangue de Jesus estamos isento deste imposto, ajudamos conforme o que Deus coloca em nossos corações e dentro das nossas condições. Não adianta você pegar o que tem e fazer prova, porque você  está fazendo barganha com Deus, invisto cem e recebo muito mais. Tito 1:7-16 estes pastores devem ser homens de vida irrepreensível, porque são ministros de Deus. Não devem ser orgulhosos, nem impacientes; não devem ter vícios de bebidas, nem ser valentões nem ser gananciosos por dinheiro. Devem gostar de ter hospedes em casa e amar tudo que é bom. Devem ser homens sensatos e justos. Devem ter a mente pura e ser dotados de bom senso. Sua crença na verdade que lhe foi ensinada deve ser forte e firme, a fim de que possam ensiná-la aos outros e mostrar aos que discordam deles onde é que estão errados.
Pois há muitos que se recusam a obedecer. Isto é verdade especialmente entre aqueles que dizem que todos  os cristãos devem obedecer às leis Judaicas. Isto, porém, é uma conversa absurda, que torna as pessoas cegas à verdade. E é preciso fazê-la cessar. Famílias inteiras já foram desviadas da graça de Deus. Esses mestres estão apenas atrás  do dinheiro de vocês. Um homem deles mesmos, um profeta nascido em Creta, disse a respeito deles: “Estes homens; de Creta são todos uns mentirosos; são como animais preguiçosos e só vivem para encher a barriga”. E isto é uma verdade. Por tanto, fale aos cristãos daí tão severamente quanto necessário para fazê-los fortes na fé, e fazê-los deixar de darem ouvidos às lendas Judaicas e às exigências de homens que se tornaram surdos à verdade.
A igreja Cristã do Brasil constrói enormes templos somente com doações espontâneas de seus membros, alem disso eles tem um ótimo serviço social.
Na construção de seus templos todos trabalham, E pertence a eles o imóvel.
Enquanto centenas de lideres vendem os seus livros dentro da casa de Oração, o ministério The New Life Mission distribui milhares de livro por todo o mundo gratuitamente.

Editado por José simião.
16/09/2011


OS MANDAMENTOS DE JEOVA


A VERDADE SOBRE O DIZIMO


         OBSERVAÇÃOSugerimos aos amados em Cristo, a ler o texto até o fim, preferencialmente acompanhado da sua bíblia, para que tenham fundamento bíblico para formar uma opinião consistente. 

            O que é dízimo?  Imediatamente você poderá imaginar: Dez por cento dos meus rendimentos para os cofres da igreja.  Mas, será que Deus ainda exige que pratiquemos alguma ordenança da lei do Antigo Testamento (da qual foi instituído o dízimo), mesmo depois do sacrifício do Senhor Jesus para remir  o homem do pecado?  Vamos conhecer a verdade que envolve esse MITO chamado dízimo, o qual está sendo levado aos fieis de forma desvirtuada, por muitos pregadores

            Porem, antes de iniciarmos o nosso estudo, vamos à consulta aos dicionários da língua portuguesa, sobre o nosso assunto:              

            Dízimo: A décima parte.
            Dízima: Contribuição ou imposto equivalente a décima parte dos rendimentos.
Como podemos observar, dízimo é a décima parte (de qualquer coisa) menos dos seus rendimentos. Porque a fração equivalente a dez por cento dos rendimentos chama-se dízima. Porque então os pregadores pedem dízimo? A confusão começa por aí, porque na lei de Moisés, a qual foi por Cristo abolida (Hebreus 7.12,18,19), o dízimo nunca foi dinheiro para os cofres das igrejas.
Os dízimos aos levitas eram dez por cento das colheitas dos grãos, dos frutos das árvores e da procriação de animais que nasciam no campo em um determinado período. Resumindo: O dízimo era alimento destinado a suprir as necessidades dos levitas que não tinham parte nem herança na terra prometida. Vejamos:   
Deuteronômio 14.24-27E quando o lugar que escolher o Senhor teu Deus para fazer habitar o seu nome, for tão longe que não os possa levar, vende-os e ata o dinheiro na tua mão, e vai ao lugar que escolher o Senhor teu Deus e compre tudo o que a tua alma desejar, e come ali perante o Senhor teu Deus, e alegre tu e tua casa. Porem, não desamparará ao levita que está dentro das tuas portas e não tem parte e nem herança contigo
Considere a profundidade do texto bíblico onde o Senhor evidencia que, se o lugar que escolheu o Senhor teu Deus, para levar o seu dízimo, for tão longe que não os possa levar, Ele instruiu, que o seu dízimo deveria ser vendido, e o dinheiro atado na tua mão, (observe que não é na mão de nenhuma outra pessoa), ir ao lugar que escolheu o Senhor, e comprar o que a tua alma desejar, para ali fazer habitar o nome do Senhor Deus.   
Portando amados, se o dízimo fosse dinheiro, o Senhor não iria mandar vender o que já era espécie.
O dízimo na lei de Moisés nunca foi oferecido da forma como está sendo feito hoje, porque   o dízimo foi destinado para suprir as necessidades dos levitas, mas hoje, não há mais a personagem representativa do levita entre nós.
Porem, alguém poderá apontar para Malaquias 3.10 tentando justificar que fora ordenado ao dízimo, ser levado para casa do tesouro. No entanto se meditarmos nos livros de II Crônicas 31.5-12 e Neemias 12.44-47 vamos entender melhor o porquê Malaquias mandou levar o dízimo a casa do tesouro. Disse o Senhor: Para que haja mantimento na minha casa. E o que é mantimento? 
Aquilo que mantém, provisão, sustento, comida, dispêndio, gênero alimentício, etc.  Leia o estudoA REVELAÇÃO DO CAPÍTULO 3 DE MALAQUIAS  para discernimento espiritual sobre a Palavra do Senhor texto.            
Ainda em II Crônicas 31.13-19, a lei menciona que o dízimo era partilhado às comunidades dos levitas que trabalhavam nas tendas das congregações, segundo o ministério que cada um recebera do Senhor. 
Hoje o dízimo está sendo direcionado para o líder ou para o dono da igreja, como também a cúpula de organizações religiosas, onde ninguém mais sabe a que fim se destina esse montante. Enfim, o dízimo não foi criado para assalariar o dirigente da igreja ou para prover as despesas pessoais desses, nem tão pouco para realizar obras missionárias ou para construir templos.
 OS DÍZIMOS ANTES DA LEI
O DÍZIMO DE ABRAÃO Gênesis 14.18-20: Abraão deu o dízimo dos despojos da guerra ao Rei Melquisedeque, sacerdote do Deus altíssimo, e foi por ele abençoado.
O DÍZIMO DE JACÓ - Gênesis 28.20-22: Jacó fez um voto ao Senhor, prometendo  dizimar  tudo quanto ganhasse, se em sua jornada fosse por Ele protegido e abençoado.          
Em ambos acontecimentos, não há registro na palavra que tenha havido ordenanças para que se dizimassem. Especificamente nesses casos, os dízimos foram oferecidos de forma voluntária, espontânea, ou por voto, em retribuição e agradecimento, honra e glória ao Senhor Deus, pelas bênçãos recebidas e pelas vitórias conquistadas.
Assim sendo, hoje não se pode tomar como exemplo os dízimos de Abraão e Jacó, como fundamento para implantá-los como regra geral de doutrina na igreja, com o propósito de receber bênçãos e salvação, em nome de uma lei que fora por Cristo abolida.
O DÍZIMO PELA LEI
Números 18.21-26: O pagamento do dízimo foi ordenado pela lei do Antigo Testamento, e tinha caráter de caridade, pois a sua principal finalidade era suprir as necessidades dos Levitas que não tinham parte nem herança na terra prometida, e também dos estrangeiros, órfãos e viúvas.
Deuteronômio 14.29: Então virá o levita (pois nem parte nem herança têm contigo), e o estrangeiro, e o órfão, e a viúva que estão dentro das tuas portas, e comerão, e fartar-se-ãopara que o Senhor teu Deus te abençoe em toda a obra das tuas mãos que fizeres.
Está na palavra, o dízimo foi criado por Deus, com a finalidade exclusiva de caridade aos necessitados, hoje é empregado para outros fins, diverso daquele que o Senhor ordenou.
Mas, ainda que os dirigentes das igrejas revertessem todo tributo dos dízimos e ofertas em obras sociais, ainda não estavam em conformidade com a palavra do Senhor, pois alem do dízimo ter sido abolido (Hebreus 7.5-12), a caridade ou amor ao próximo, é algo muito profundo, é individual e intransferível, é uma obra entre você e o Senhor teu Deus (Mateus 6.1-4).   
Outro detalhe interessante que precisamos conhecer, quando o dízimo foi instituído pela lei (Números 18.20 a 24) com a finalidade de manter os filhos de Levi que administravam o ministério nas tendas das congregações, os quais não receberam parte nem herança na terra prometida, (Números 18.24”b”), o Senhor declarou que os filhos de Levi não teriam nenhuma herança no meio dos filhos de Israel.
Como também fora ordenado as demais tribos de Israel, que dizimassem aos Levitas, o necessário para a manutenção cotidiana, porque não possuíam nenhuma herdade. Hoje, a situação está a revés da Palavra, os trabalhadores, a maioria deles assalariados, ofertam o dízimo para os que vivem sem trabalhar, e em abundância de bens.
O DÍZIMO NO EVANGELHO DE CRISTO
No Evangelho de Marcos 16. 15, 16, disse Jesus: Ide por todo o mundo, pregai o Evangelho a toda a criatura. Quem crer e for batizado, será salvo, mas quem não crer será condenado.
            Observem que o Senhor Jesus mandou pregar o Evangelho, para que crendo, recebamos a salvação (I Coríntios 15.1, 2). Esse foi o propósito do Senhor ao oferecer o seu sangue em sacrifício vivo. E onde está a ordenança para o dízimo, senão no Antigo Testamento?  Porque então o homem persiste em pregar e manter as ordenanças da lei, as quais foram por Cristo, abolidas? Pregar a velha aliança é exumar uma lei sucumbida e mutilar o Evangelho de Cristo, sobrecarregando as ovelhas do pesado fardo que Cristo levou sobre si.   
No Evangelho de Cristo Ele nos ensina fazer caridade, nos ensina a orar,   a jejuar (Mateus 6.1 a 18), e uma infinidade de outros ensinamentos, porém  nas duas únicas vezes que Ele referiu-se aos dízimos,  foi com censura. Vejamos:
            Mateus 23.23 – Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! Que dizimais a hortelã, o endro e o cominho, e desprezais o mais importante da lei, o juízo, a misericórdia e a fé;deveis, porém, fazer estas coisas e não omitir aquelas.  
Alguém poderá considerar que Jesus ordenou que se dizimássemos, porque Ele disse: Deveis fazer estas coisas. Vamos buscar o entendimento espiritual na palavra do Mestre:
Jesus era um judeu, nascido sob a lei (Gálatas 4.4). Portanto, viveu Jesus na tutela da lei de Moisés, reconhecendo-a, e disse dessa forma, pela responsabilidade  de cumprir a lei. Vejamos:
Mateus 5.17,18: Disse Jesus: Não cuideis que vim abolir a lei e os profetas, mas vim para cumpri-la, e, nem um jota ou til se omitirá da lei, sem que tudo seja cumprido.
E verdadeiramente Ele cumpriu a lei.  Foi circuncidado aos oito dias, foi apresentado na sinagoga (Lucas 2. 21-24), assumiu o seu sacerdócio aos trinta anos  (Lucas 3.23, Números 4.43, 47), curou o leproso e depois o mandou apresentar ao Sacerdote a oferta que Moisés ordenou (Mateus 8.4, Levíticos 14.1...), e cumpriu outras formalidades cerimoniais da lei.
Porém, quando Cristo rendeu o seu espírito a Deus (Mateus 27.50,51), o véu do templo rasgou-se de alto a baixo,  então passamos a viver pela graça do Senhor Jesus,  encerrando-se ali, toda  ordenança da lei de Moisés, sendo  introduzido o Novo Testamento, o Evangelho da salvação do Senhor Jesus Cristo.
O que precisamos entender de vez por todas, que Cristo não veio a ensinar os Judeus a viverem bem a Velha Aliança, Ele disse: Um novo mandamento vos dou (João 13.34)e, se a justiça provem da lei,  segue-se que Cristo morreu em vão (Gálatas 2.21).
Em Mateus 5.20 disse Jesus à multidão e aos seus discípulos: Se a vossa justiça não exceder a dos escribas e fariseus, de modo nenhum entrareis no Reino dos  céus.
Observem que o Senhor Jesus Cristo mandou justamente os escribas e fariseus (os quais o Senhor sempre os tratava por hipócritas, falsos)  que cumprissem a lei de Moisés, lei que  ordenava o dízimo. Nós porém,  para herdarmos  o reino dos céus, não podemos de forma alguma voltar no ritual da lei Mosaica como faziam os escribas e fariseus, com hipocrisia, mas  precisamos exceder essa lei, a qual foi por Cristo abolida.   O amor, a graça e a paz do Senhor Jesus excede a lei de Moisés e todo entendimento humano.  
            A Segunda vez que o Senhor Jesus referiu-se ao dízimo, foi na Parábola do Fariseu e do Publicano (Lucas 18.9 a 14) e outra vez censurou os dizimistas. Tomou como exemplo um homem  religioso, que jejuava duas vezes  por semana e dizia  ser  dizimista fiel, porém, exaltava a si mesmo  e humilhava um pecador que suplicava a misericórdia do Senhor.  
Isso acontece hoje exatamente da mesma forma, muitos ainda exaltam-se dizendo: “Eu sou dizimista fiel”, mas nesta  narrativa alegórica, o Senhor Jesus Cristo exemplificou  que no Evangelho não há galardão para os dizimistas fieis, ao contrário, Jesus sempre os censurou.
A ABOLIÇÃO DOS DÍZIMOS
Hebreus 7.5: E os que dentre os filhos de Levi receberam o sacerdócio tem ordem, segundo a lei, de tomar os dízimos do povo, isto é, de seus irmãos, ainda que tenham saído dos lombos de Abraão.
           Observe, a palavra afirma que Moisés deu uma lei ao seu povo, a qual é direcionada aos filhos de Levi, especificamente aos que receberam sacerdócio para trabalhar nas tendas das congregações, os quais têm ordem segundo a lei de receber os dízimos dos seus irmãos. Agora note o relato do versículo 11:
            Hebreus 7.11: De sorte que, se a perfeição fosse pelo sacerdócio Levítico (porque sob ele o povo recebeu a lei), que necessidade se havia logo de que outro sacerdote se levantasse, segundo a ordem de Melquisedeque (referindo-se a Jesus Cristo) e não fosse chamado segundo a ordem de Arão? (menção a Moisés, o qual introduziu a lei ao povo).
           Hebreus 7.12: Porque mudando-se o sacerdócio, necessariamente se faz também mudança na lei.
            Meditando no texto acima, especificamente nestes versículos, onde a palavra do Senhor assegura que os sacerdotes Levíticos recebiam os dízimos segundo a lei (Hebreus 7.5), Porque através deles (sacerdotes Levíticos) o povo recebeu a lei (Hebreus 7.11) e mudando-se o sacerdócio, necessariamente se faz também, mudança na lei (Hebreus 7.12), porque se a perfeição fosse pelo sacerdócio Levítico (pelo qual o povo recebeu a lei), qual a necessidade do Senhor enviar outro Sacerdote? A palavra não deixa sombra de dúvida que não só o dízimo, mas toda a lei de Moisés foi por Cristo abolida. Mudou o Sacerdócio, necessariamente se faz mudança na Lei.
Se hoje, usarmos essa lei que fora direcionada especificamente aos filhos de Levi, aos que receberam o sacerdócio do Senhor Deus e aplicada ao povo, ela torna-se ilegítima, porque os “pastores” de hoje não são sacerdotes levitas, e Jesus afirmou que a lei e os profetas duraram até João (Lucas 16.16), e mudando-se o sacerdócio, necessariamente se faz mudança na lei (Hebreus 7.12).
Portanto, apenas esses três versículos (5,11,12) do capítulo 7 da carta aos Hebreus, seria suficiente para entendermos a abolição de toda lei, e não falarmos mais em obras mortas como dízimo na era da Graça do Senhor Jesus. 
AQUI TOMAM DÍZIMOS HOMENS QUE MORREM
A nossa maior preocupação em relação aos pregadores que tomam o dízimo dos fieis, vem incidir sobre o versículo 8 do Capítulo 7 da Carta aos Hebreus, observem o porquê:   
Hebreus 7.8: Aqui certamente tomam dízimos homens que morrem; ali, porém, aquele de quem se testifica que vive.  
Toda cautela no que diz a palavra: Aqui tomam dízimos homens que morrem, ali aquele que se testifica que vive (alusão ao Rei Melquisedeque).
No Evangelho de Mateus 22.32, disse Jesus que Deus não é Deus dos mortos, mas dos vivos.    O Senhor Jesus Cristo afirma que Deus, é Deus dos vivos e não é Deus dos mortos, e a palavra diz que aqui tomam dízimo homens que morrem, no que está legitimado no   Evangelho de João 11.26, onde disse Jesus: Todo aquele que  vive, e crê em mim, nunca morrerá.  Essa afirmativa do Senhor é mais uma evidência que nos faz entender que, os que tomam o dízimo não crêem em Jesus, porque a palavra está dizendo que morrem os que assim procedem, tomando o dízimo do povo, voltam a viver as ordenanças da lei de Moisés que fora por Cristo abolida.
Diante da Palavra de Deus, até onde recebemos entendimento, dar e receber dízimo é obra morta, ou seja, obra da justiça da Lei do Velho Testamento.  
            Crer e viver por essa prática é estar sem a graça de Deus, pois assim explica a Bíblia.    Estar sem a graça de Deus, é estar morto.
     Certamente que, sem Cristo e, cumprindo e se justificando pela lei, qualquer homem ainda não tem a vida eterna, tanto o que dá e, também, o que recebe o dízimo. Pois a palavra afirma que nenhuma alma será justificada diante d’Ele pelas obras da lei (Romanos 3.20,28 – Gálatas 2.16).
 CONSIDERAÇÕES FINAIS
No Evangelho de Cristo, não há ordenança para se tomar o dízimo ou para se cumprir qualquer outro rito da lei. Jesus nos deu um Novo Mandamento, mandou pregar o seu Evangelho, ordenou amar a Deus acima de todas as coisas e ao próximo como a si mesmo, isto é, com caridade, e não estipulou percentual ou limite. Em Mateus 10.42 o Senhor mandou dar pelo menos um copo de água fria. Para o mancebo rico Ele mandou vender tudo e dar aos pobres (Mateus 19.21);  e quando  Zaqueu lhe disse que daria até a metade de seus bens aos pobres, Ele não confirmou a necessidade desse procedimento (Lucas 19.8, 9), disse apenas: Zaqueu, hoje veio salvação a esta casa.
Muitos saem em defesa do dízimo afirmando: Mas o Dízimo é bíblico (Número 18.21 a 26). Certamente,  como também  é bíblico: A circuncisão (Gênesis 17.23 a 27),  o sacrifício de animais em holocausto (Levíticos Capítulos do 1 até 6.8-13), a santificação do sábado (Levíticos 23.3), o apedrejar  adúlteros (Levíticos 20.10 e Deuteronômio 22.22), etc. É bíblico, mas pela ordenança da lei que Moisés introduziu ao povo.
Então porque hoje não cumprem a lei na sua totalidade, ao invés de optarem  exclusivamente pelo dízimo? Querem o dízimo porque  é a garantia  de renda líquida e certa todos os meses nos cofres das igrejas.  
O que também é bíblico, e o homem ainda não se conscientizou, é uma grande divisão existente na Palavra, separando a Velha Aliança do Novo Mandamento do Senhor Jesus; o qual testifica a doutrina para salvação (I Coríntios  15.1, 2).   Porém hoje, qualquer esforço para voltar a lei de Moisés  que Cristo desfez na cruz, é anular o sacrifício  do  cordeiro   de  Deus   e  reconstruir o  muro por Ele derrubado (Efésios   2.13 a 15).
Apocalipse 5.9: Porque foste morto, e com o teu sangue compraste para Deus homens de todas as tribos, e línguas, e povos, e nações.
Portanto irmãos, o preço pela nossa salvação, o Senhor Jesus Cristo já pagou o mais alto preço, com o seu sangue inocente na Cruz. O Senhor ainda alerta: Fostes comprados por bom preço, não vos façais servos de homens (I Coríntios 7.23).
O dízimo hoje é remanescente por razões óbvias: Primeiramente, pela contribuição dos que arcam com essa pesada carga tributária.
Outra presunção vem por parte dos que são beneficiados pelos dízimos, esses incorrem no erro pela ausência de entendimento espiritual da palavra de Deus não diferenciando a lei de Moisés feita de ordenanças simbólicas e rituais, com a Graça e a verdade do Senhor Jesus Cristo, ou mesmo consciente da abolição dessa prática, assumem o risco dolosamente na desobediência à palavra do Senhor.
Porem, seja por uma ou por outra razão, o homem querendo ou não, aceitando ou não, o dízimo, como toda a lei cerimonial do Antigo Testamento, foi por Cristo abolida pela aspersão do seu sangue na cruz do Calvário:  (Lucas 16.16, Romanos 10.4, Efésios  2.15, II Coríntios 3.14, Hebreus  7.12,18, 19).  
Gálatas 5.14: Porque toda a lei se cumpre numa só palavra, nesta: Amaras ao teu próximo com a ti mesmo
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